Demorei a fazer outro post destes, né? Prometo que vou me corrigir! ![]()
Neste, eu queria mostrar a vocês como um simples estêncil pode modificar uma parede: sim, estas folhas na cabeceira da cama foram feitas com estêncil – claro: foi feito por alguém que sabe dosar camadas de tintas mais ou menos uniformes de modo a dar a sensação de sobreposição. Ficou suave, delicado, bonito e exclusivo, o que é melhor.
Mas gostaria também de falar sobre como os modismos passam na decoração – e como isso às vezes é injusto. Há um tempo atrás, estêncil era um verdadeiro “boom” na hora de modificar paredes e móveis. Hoje, ninguém mais pensa nisso, pois a “bola da vez” são os adesivos. Claro que estes últimos são bem mais fáceis de lidar, mas não se enganem: vão ser passado logo, logo, e ninguém mais vai querer saber deles… ![]()
A pátina e as demais pinturas decorativas, além das texturas, também passaram por isso: foram uma verdadeira “febre” e agora, quem sugere estas técnicas para modificar alguma coisa logo recebe um nariz torcido como resposta. O fato é que se explora tanto, tanto uma determinada técnica decorativa, que chega um momento que ninguém mais quer saber dela – e com razão!
Portanto, antes de descartar qualquer destas opções, pense em sua aplicabilidade ao caso: nem a pátina, nem o decapê, nem o estêncil, nem as texturas – e nem mesmo os adesivos, que até eu, estou cansada de tanto ver – são “culpados” de nada: é seu uso exagerado que nos faz rejeitá-los. Avalie o que existes a disposição para dar um toque bonito em sua casa ou em sua peça e use sim! ![]()