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Novos ventos na arquitetura nacional: Guilherme Torres

Neutros com pontos de rosa e vermelho: um interior de Guilherme Torres. Clique para ver maior.

É incrível, mas fui conhecer o trabalho em arquitetura de Guilherme Torres em alguns blogs internacionais que sempre visito – faz parte da “santa mania” que temos de valorizar tudo que vem de fora: se está lá, é porque é bom…

Banheira preta, paredes em cinza e recortes de luz: luxo no banheiro.

Antes, já sabia seu nome através de peças de design que vi aqui e ali, sem ligar os pontos. O certo é que, aos poucos, fui tomando contato com suas casas e seus interiores, com bases mais cinzas que coloridas, mais ásperas que macias, menos mobiliadas e mais criativas, e gostando. De repente, vi seu nome em destaque na mídia nacional e – que bom! – notei que ele já estava conhecido também por aqui.

Amplitude: mesa de jantar com 14 lugares iluminada por dois grandes pendentes.

Nem todo mundo deve gostar do estilo: como eu disse, há muito cinza, preto e branco nos espaços mas… que espaços! Amplos, bem pensados, com sacadas inovadoras, diferentes, muito mais bolação de gente jovem mesmo. Guilherme faz o interior das casas que projeta com naturalidade, sem recorrer a revestimentos badalados ou a peças de design que estão “em alta”. Tudo é integrado, bem colocado, parece que “surge” naturalmente. Um tipo de trabalho que eu curto e que gostaria de fazer. SE fosse arquiteta, lógico…

PS: Tem projeto dele na capa da Arquitetura & Construção deste mês. Só visso agora, juro!

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